Portanto,
está pronta a mente perfeita (o palco perfeito)
para a meditação esotérica entrar
em cena, disfarçada de uma super-técnica
milenar que reivindica ser capaz de devolver a harmonia
de viver.
Ora, meu
leitor pode estar pensando: "A Bíblia endossa
e incentiva a meditação. As palavras ‘medita(o)’
ou ‘meditarei’ ou ‘meditação’
aparecem dezessete vezes na Bíblia. O que há,
então, de tão diferente entre os procedimentos
recomendados pela meditação das religiões
orientais e os do cristianismo? Ora, será que
os evangélicos são contra a meditação?"
Bem, o que
tencionamos com este artigo é diferenciar os
dois tipos de meditação: a esotérica
e a cristã, para que a Igreja de Cristo possa
se posicionar entre a febre crescente de meditação
esotérica que nos envolve e a meditação
que é agradável ao Senhor.
Meditação
Esotérica
A meditação
esotérica é oriunda do Oriente. Do Oriente
que, espiritualmente, não orienta, e sim desorienta.
Ela faz parte do tripé do ocultismo (meditação
– iluminação – reencarnação).
As metodologias e os tipos de meditações
místicas são as mais diversas. O processo
geralmente exige: uma postura correta, às vezes
jejum de algumas horas, longos períodos de silêncio,
relaxar o pensamento (inicialmente o praticante tem
de esvaziar a mente), em seguida realiza uma visualização
(imaginar estar em uma floresta, às margens de
uma cachoeira, nas nuvens ou em qualquer local que transmita
tranqüilidade), muitas vezes recitação
de mantras (sons aparentemente sem qualquer significado,
mas que quase sempre são nomes de divindades
hindus ou budistas), taquipnéia (respiração
acelerada) forçada, e, por fim, tentar comunicar-se
com um "ser" dentro do próprio praticante
(esse "ser" é chamado de "Eu Superior").
Sintetizando,
a meditação oriental (esotérica)
tem dois passos: o primeiro é esvaziar a mente
da pessoa, e o segundo é direcionar essa mente
vazia e desprotegida para uma busca de um suposto "Eu
Superior" introvertido. Trata-se da busca de uma
suposta deidade interior. É o ser humano supostamente
sentindo-se "um com deus".
A meditação
mística se apresenta como uma técnica
para relaxar e se "auto-conhecer" (realização
de uma "gnose"). No entanto, na verdade, esse
tipo de meditação coloca o praticante
na boca do lobo espiritual, tornando-o presa fácil
para o predador Satanás. Ela equivale a colocar
um pé nas profundidades das trevas, a cair em
terreno movediço.
Analisaremos,
de forma sucinta, apenas três das mais populares
técnicas de meditação mística:
1. Yoga (ioga)
Como já
afirmamos no glossário do livro A Nova Era: Um
Passo Para a Manifestação do "Maitreya"
e da Prostituta Babilônia:
Para a maioria
da ingênua população brasileira,
a ioga é apenas uma forma de relaxar, tranqüilizar,
normalizar a pressão arterial e o colesterol,
ficar com a musculatura torneada e abolir algum vício.
No Brasil a ioga é praticada em academias de
ginástica, spas, escolas e até em igrejas.
A palavra
vem do indiano antigo (sânscrito) e literalmente
significa "união com Brâman"
(em inglês, Brahman). Brâman é o
deus do hinduísmo, caracterizado como uma força
energética, impessoal, que habita toda e qualquer
criatura viva. Assim, os hindus acreditam que Brâman
está dentro do rato, da vaca, do ser humano e
de outros animais.
O exercício
de ioga é praticado há quase cinco mil
anos na Índia e não existe uma pessoa
específica que possa ser identificada como sendo
seu criador. O adepto da ioga deve sentar no chão,
cruzar as pernas e colocar os ombros para trás
(conhecida como a "posição da flor
de lótus"), embora existam também
outras posturas para se praticar a ioga. Em seguida,
o praticante deve iniciar uma meditação
cujo objetivo é libertar a "consciência
de divindade" que existe dentro dele.[1]
José
Hermógenes, talvez o mais conhecido iogue brasileiro,
incentiva aos praticantes da ioga a capricharem no momento
em que realizam as diferentes posturas da ioga (chamadas
de asanas). Hermógenes declara que a asana é
um movimento oferecido ao "Eu-Divino": "Uma
pessoa em uma cadeira de rodas pode fazer ioga tão
bem quanto eu. O trabalho é espiritual. Ao fazer
um asana, o iogue deve respirar pensando em seu eu-divino
e oferecer a Deus o que estiver fazendo. Por isso, o
asana tem que ser perfeito, pois é um exercício
de devoção".[2]
A yoga não
é mencionada na Bíblia Sagrada, mas em
compensação a Bhagavad-Gita hindu dedica
um capítulo inteiro à prática da
yoga. Observe o que está por trás da yoga:
"... a meta última da prática de
yoga é ver o Senhor dentro de si, quem é
consciente de Krsna (Krisna) já é o melhor
dos yogis".[3] "... praticar yoga, em especial
a bhakti-yoga em consciência de Krsna, pode parecer
uma tarefa muito difícil. Mas se alguém
seguir os princípios com muita determinação,
o Senhor certamente ajudará, pois Deus ajuda
a quem se ajuda".[4] "Servir a Krsna com sentidos
purificados chama-se consciência de Krsna. Esta
é a maneira de deixar os sentidos sob completo
controle. Aliás, esta é a mais elevada
perfeição da prática de yoga".[5]
Rabi R. Maharaj,
um ex-guru hindu convertido ao Senhor Jesus, afirma:
"Não existe hinduísmo sem yoga e
não existe yoga sem hinduísmo".[6]
Rabi Maharaj
afirma também que nas suas viagens pela Índia
encontrou vários ocidentais que mergulharam na
religião hindu como resultado de uma simples
iniciação em uma aula de yoga.[7]
2. Meditação
Transcendental com entoação de mantra
A Meditação
Transcendental (MT) é uma das formas mais popularizadas
da yoga. Foi o guru indiano Maharishi Mahesh Yogi que
introduziu a MT no mundo ocidental. Maharishi tem hoje
mais de 83 anos e é um homem rico, famoso e poderoso.
Veja o que a revista Carta Capital expôs sobre
esse guru:
Esse velho
ícone da Nova Era é hoje um dos homens
mais ricos e poderosos do mundo, controlando um império
empresarial que já em 1993 era estimado em US$
2 bilhões, incluindo vastas propriedades imobiliárias
na Índia, hotéis na Europa, editoras nos
EUA, universidades Maharishi em três continentes,
clínicas holísticas, lojas de alimentos
naturais, parques temáticos espirituais e até
um partido político (Natural Law Party) presente
nos EUA, em várias países da Europa Ocidental
e Oriental e na Índia (onde leva o nome de Ajeya
Bharat e deixa mais claro seu ideário fundamentalista
hindu).
Seus adeptos
pagam bem caro pelos cursos introdutórios e avançados
de Meditação Transcendental (MT) e fazem
doações regulares; os mais fanáticos
dedicam-se de corpo e alma a engrandecer o império
Maharishi; os mais ricos pagam pequenas fortunas para
conseguir seus mantras secretos e pessoais. E estes
não são poucos: a MT surgiu como mais
uma mania da contra-cultura dos anos 60, mas hoje é
extremamente popular entre altos executivos, militares
e políticos, incluindo, por exemplo, o líder
do Partido Conservador britânico, William Hague.[8]
Há
algum tempo anunciou-se que o próprio Maharishi
iria bancar a construção bilionária
(US$ 1,65 bilhão) do edifício mais alto
do mundo, o São Paulo Tower, na cidade de São
Paulo,[9] obedecendo os ditames da arquitetura védica
da religião hindu.
A MT é
um tipo de yoga mântrica. A palavra "mantra",
em sânscrito, significa "libertação
da mente". São sílabas originárias
de uma seita esotérica chinesa chamada Mi Tsung.[10]
Para alguns praticantes desinformados, os mantras são
apenas "sons" sem significado aparente. Mas,
na verdade, são nomes de deidades hindus e/ou
budistas com intensos poderes ocultos.
Acreditamos
que uma boa maneira de percebermos o mundo tenebroso
por trás desse tipo de meditação
é lermos os testemunhos de dois ex-instrutores
(Joan e Craig) de MT, relatados no livro Occult Invasion,
de Dave Hunt:
Joan: A iniciação
que cada um tem de passar é uma cerimônia
de louvor hindu em honra a deuses hindus e mestres ascendidos,
incluindo o próprio guru já falecido de
Maharishi, chamado Dev.
Como professora
de MT, fui instruída a mentir... dizer-lhes (aos
iniciantes) que o mantra que nós tínhamos
dado a eles era um som sem significado, a repetição
do mantra os ajudaria a relaxar – no entanto,
na verdade, era o nome de uma deidade hindu com poderes
ocultos tremendos.
Para aqueles
que realmente se envolveram com isso, a MT era como
ter tomado uma espaçonave para outro estado de
consciência... Eles eventualmente acreditariam...
que eles poderiam se tornar Deus".[11]
Craig: Eu
estava profundamente envolvido em MT por vários
anos antes de começar a reconhecer que tinha
me associado a uma seita hindu. Àquela altura,
no entanto, já estava muito comprometido... para
retroceder...
Centenas
de pessoas, de várias partes do mundo, estudaram
por um mês com Maharishi na Europa para se tornarem
professores de MT... e o efeito que isso teve foi às
vezes muito tenebroso.
Alguns viram
espíritos grotescos sentados junto deles enquanto
meditavam. Alguns foram atacados pelos espíritos.
Outros [foram]... tomados por uma fúria cega,
até com o impulso para cometer assassinato...
Maharishi explicou que carmas ruins de vidas passadas
estavam sendo trabalhados – uma parte necessária
da nossa jornada para uma "consciência mais
elevada".
Finalmente
eu alcancei a Consciência da Unidade... No entanto,
o sentimento eufórico inicial de que eu "tinha
conseguido"... em breve deu lugar ao pânico.
Eu tinha perdido a habilidade de decidir o que era "real"
e o que não era.
Maharishi
me disse para parar de meditar. Gradualmente retornei
à aparência de normalidade – mas
sofria de lapsos freqüentes de retorno à
Consciência da Unidade, muito parecidos com um
lampejo de LSD.
Depois de
retornar para os Estados Unidos, trabalhei na Universidade
Internacional de Maharishi. Meu companheiro de quarto
cometeu suicídio e eu fui confinado a uma instituição
psiquiátrica".[12]
3. Meditação
Dinâmica
Quem inventou
esse tipo de meditação foi ninguém
menos do que o guru indiano Bhagwan Shree Rajneesh (1932-1990),
também conhecido como "Osho".
Osho foi
aquele guru indiano que estabeleceu a sua comunidade
espiritual (os esotéricos a chamam de "ashram")
em Antelope, Oregon/EUA, reivindicou ser Deus, angariou
fortunas e precipitou um escândalo internacional
com suas cerimônias tântricas*. Entre as
posses de Osho constavam terrenos, um hotel e uma frota
de noventa Rolls-Royce. Entre as acusações
que pesavam sobre esse guru esotérico estavam
a de perversão, realização de lavagem
cerebral e sonegação de impostos. Rajneesh
foi deportado dos Estados Unidos para a Índia,
onde morreu.
Osho dividia
sua meditação em quatro partes de aproximadamente
trinta minutos cada uma. Na primeira sessão,
os participantes eram conduzidos a uma taquipnéia
forçada realizando incursões respiratórias
rápidas e profundas. Esta hiperventilação
era supostamente para despertar a força da serpente
Kundalini localizada na base da coluna do praticante.
Na segunda sessão, eram levados a extravasarem
todos os seus sentimentos gritando (alguns alunos chegavam
a se debater no chão), contorcendo-se, esperneando
e rolando pelo chão. Pareciam crianças
tendo ataques de raiva. A terceira sessão era
semelhante à primeira: voltavam a apresentar
a taquipnéia forçada acompanhada do som
"uh-uh-uh-uh...". O corpo pulava sem parar
e tornavam-se "um com a energia". Na quarta
sessão, alguém gritava "pare!",
e todos ficavam totalmente imóveis (catatônicos),
geralmente de olhos fechados durante vários minutos
de silêncio ("a mente pára").
Alguns ex-praticantes
da meditação dinâmica afirmam que
chega um momento em que a pessoa deixa de pensar, para
de raciocinar, parece que todos os pensamentos fogem
e os problemas se vão. A mente torna-se vazia
e a pessoa aparentemente se isola do mundo exterior.
Críticos
de Rajneesh afirmam que essa meditação
é uma lavagem cerebral que propicia um estado
temporário de paz na consciência. Eles
afirmam que os problemas íntimos de cada um retornam
à mente depois de se passar algum período
de tempo sem praticar essa meditação e,
em vez de serem solucionados, são protelados
e às vezes até esquecidos. Assim, para
afastar (esquecer) os problemas pessoais, o indivíduo
fica preso a prática da meditação.
Conseqüentemente, a pessoa fica cativa à
prática da meditação para que sua
mente continue "anestesiada" e as dificuldades
do cotidiano sejam amordaçadas e não a
pertubem.
Há
tantas formas de meditação sendo ensinadas
que é impossível listá-las todas.
Meditação
Cristã
A meditação
esotérica, motivada por Satanás, é
passiva. A meditação cristã é
ativa.
Na meditação
bíblica, o indivíduo deve não apenas
ler a Bíblia, mas principalmente decorá-la
e aplicá-la à sua vida, além de
falar com Deus através da oração
e do louvor.
O reverendo
Bob Larson, em seu livro Larson’s New Book of
Cults, afirma:
"A raiz
da palavra meditação implica um processo
ruminativo de uma digestão vagarosa das verdades
de Deus. Isso envolve um pensamento concentrativo, dirigido,
que medita nas leis, obras, preceitos, palavra e pessoa
de Deus. "Medite nEle", é a mensagem
da Escritura. [...] A meditação mística
cultua o próprio ser como uma manifestação
interior de Deus. A meditação bíblica
estende-se ao exterior para um Deus transcendental que
nos levanta acima da nossa natureza interna pecaminosa
para comungar com Ele através do sangue do Seu
Filho".[13]
Não
interessa se a experiência mística vem
através do uso de drogas, da prática de
yoga, canalização, MT, mediunidade, hipnose,
experiências de quase-morte, cromoterapia ou de
qualquer outra metodologia. O processo de buscar orientação
espiritual não no Deus da Bíblia, mas
em um "deus" (o "Eu Superior") que
alega-se estar dentro de cada ser humano, é uma
ilusão satânica. Temos diversos testemunhos
de ex-esotéricos que afirmam ter tido contatos,
durante a prática da meditação
mística, com demônios disfarçados
até de "Jesus Cristo".
Meditação
Esotérica x Meditação Cristã
As duas maiores
divergências entre a meditação esotérica
e a cristã são:
A primeira
é que a meditação cristã
não aceita esvaziar a mente ("a cessação
do pensamento"). Mente vazia é alvo fácil
para a possessão demoníaca. Não
se esqueçam que Jesus afirmou que um demônio,
após ter saído de um certo homem, retornou
para o mesmo homem, algum tempo depois, porque este
continuava espiritualmente desabitado (Mateus 12.43
a 45).
Quando alguém
se ausenta da mente, como ocorre com a meditação
esotérica, esta vira terra de ninguém,
tão propícia aos demônios quanto
um terreno baldio a assaltantes de subúrbio.
Assim, a mente vazia torna-se local privilegiado do
satanismo.
A segunda
divergência é que a meditação
cristã é sempre direcionada a Deus, às
Suas obras maravilhosas, aos Seus sábios preceitos
e à Sua Palavra Sagrada. Jamais ela é
direcionada a uma contemplação vazia de
algum aspecto da natureza e, tampouco, direcionada à
nossa própria intuição, pois o
coração do homem é enganoso (Jeremias
17.9).
A meditação
esotérica caracteriza-se pela exacerbação
da intuição em detrimento da razão.
Ela utiliza como isca recursos capazes de nos fazer
sentir mais e pensar menos; mais urros e menos louvor;
mais devaneios e menos realidade; mais autoconhecimento
egocêntrico e menos cristocêntrico ou mais
niilismo e menos cristianismo.
"Quanto
amo a tua lei! Nela medito o dia todo" (Salmos
119.97); "Na minha cama, lembro-me de ti; medito
em ti nas vigílias da noite" (Salmos 63.6);
"Tenho mais entendimento do que todos os meus mestres,
pois medito nos teus estatutos" (Salmos 119.99);
"Lembro-me dos dias antigos; medito em todos os
teus feitos e considero a obra das tuas mãos"
(Salmos 143.5).
Conclusão
De um lado,
o objetivo final da meditação esotérica
é o controle total das mentes dos praticantes
por forças ocultas anticristãs. Do outro
lado, o alvo da meditação cristã
é o cultivo constante de um relacionamento de
amor e dependência do homem limitado com o seu
único Deus – Maravilhoso, Criador, Onipresente,
Onipotente, Onisciente e Ilimitado.
As pessoas
estão cansadas e até certo ponto exaustas;
procuram tranqüilidade de espírito e estão
dando ouvidos para o canto da sereia esotérica.
Escolher a opção pela meditação
esotérica (da Nova Era) é satisfazer-se
com ilusões. Cair na sedução da
meditação oriental (esotérica)
é andar por caminhos movediços que conduzem
à morte eterna.
A opção
espiritualmente correta é meditar na Palavra
de Deus, que conduzirá o ser humano pelo único
caminho para a vida eterna – Jesus Cristo. Você
está cansado? Jesus disse: "Vinde a mim
todos os que estais cansados e sobrecarregados, e eu
vos aliviarei" (Mateus 11.28).
Medite, pois,
no Senhor! Amém!
"Sejam
agradáveis as palavras da minha boca, e a meditação
do meu coração perante a tua face, ó
Senhor, Rocha minha e Redentor meu!" (Salmos 19.14).
(Dr. Samuel
Fernandes Magalhães Costa – http://www.chamada.com.br)
Bibliografia:
Costa,
Samuel Fernandes M., A Nova Era: Um Passo Para a Manifestação
do "Maitreya" e da Prostituta Babilônia.
Obra Missionária Chamada da Meia-Noite, Porto
Alegre, RS, 1996, páginas 186 e 187.
Artigo Ioga: Os Mestres da Flexibilidade. Revista Incrível.
Bloch Editores S.A., Rio de Janeiro, RJ, Ano II –
número 26, novembro de 1994, páginas 48
e 49
Prabhupãda, A. C. Bhaktivedanta Swami, Bhagavad-Gita:
Como Ele É. The Bhaktivedanta Book Trust International,
São Paulo, SP, 1995, página 310.
Id, página 320.
Ibid, página 322.
Documentário em fita de vídeo: Os Deuses
da Nova Era. Buenna Vista Films, Rio de Janeiro, RJ
(considerações sobre a yoga, feitas pelo
ex-guru Rabi R. Maharaj).
Id.
Artigo "A Torre de Babel – A Ciência
Védica da construção chega a São
Paulo com o Maharishi", Revista Carta Capital.
São Paulo, SP, ano VI, número 110, 10
de novembro de 1999, páginas 21-22.
Artigo "Prédio mais alto do mundo assusta
arquiteto brasileiro", Folha de São Paulo.
São Paulo, SP, ano 79, número 25.624,
30 de maio de 1999, caderno 3, página 6.
Blofeld, John, Mantras: Palavras Sagradas de Poder.
Editora Cultrix Ltda. São Paulo, SP, terceira
edição, 1991, página 31.
Hunt, Dave, Occult Invasion: The Subtle Seduction of
The World and Church. Harvest House Publishers, Eugene,
Oregon, USA, 1998, página 283.
Id.
Larson, Bob, Larson’s New Book of Cults. Tyndale
House Publishers Inc., Wheaton, Illinois, USA, 1994,
páginas 55-56.
Publicado anteriormente na revista Chamada da Meia-Noite
de julho de 2000.
Aqui publicado com a
autorização da Chamada da Meia Noite.